Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Esportes

Defesa diz que médico acusado pela morte de Maradona é bode expiatório

Advogado de Leopoldo Luque refutou tese de negligência médica na reta final do julgamento na Argentina

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Diego Maradona
O ex-jogador argentino Diego Maradona · Foto: Patrick Janicek / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

A defesa do neurocirurgião Leopoldo Luque afirmou nesta quarta-feira (21) que o médico é tratado como "bode expiatório" no processo que apura as responsabilidades pela morte do ex-jogador Diego Maradona, durante a fase de alegações finais do julgamento na Argentina.

O desfecho do processo é aguardado com repercussão mundial e definirá a eventual punição da equipe de saúde encarregada do atendimento domiciliar do ídolo esportivo nos últimos dias de vida.

Em sua sustentação perante a Justiça argentina, o advogado Roberto Rallín rechaçou a tese da promotoria de que a morte seria evitável e afirmou que Maradona não apresentava sinais prévios de perigo iminente, classificando o evento fatal como imprevisível. Maradona faleceu em 25 de novembro de 2020, aos 60 anos, vítima de parada cardiorrespiratória e edema pulmonar em uma residência em Tigre, onde se recuperava de cirurgia de hematoma subdural.

O Ministério Público da Argentina pede a condenação de Luque a 12 anos de prisão por homicídio com dolo eventual, figura jurídica aplicada quando se assume o risco de produzir o resultado morte. A acusação baseia-se nas conclusões de uma junta médica oficial, e o tribunal deve fixar nas próximas semanas a data para o veredito final.

Com informações de UOL, Gazeta Esportiva e Veja.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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