Quinta-feira, 05 de novembro de 2026
Mundo

Democratas conquistam maioria no Senado e na Câmara dos EUA em revés para Trump

Oposição capitalizou descontentamento dos eleitores com inflação e conflito armado no exterior

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Donald Trump
Portrait of 45th and 47th POTUS, Donald Trump taken by Daniel Torok This portrait is displayed at the Smithsonian National Portrait Gallery and was approved for use on a commemorative Semiquincentenni · Foto: Daniel Torok / Wikimedia Commons (Public domain)

O Partido Democrata conquistou a maioria das cadeiras no Senado e na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos nas eleições legislativas de meio de mandato apuradas na madrugada desta quarta-feira (4), em Washington.

O resultado tira o comando republicano no Poder Legislativo e impõe freios diretos ao presidente Donald Trump, que precisará negociar o orçamento federal, terá indicações de juízes e autoridades barradas e enfrentará comissões parlamentares de inquérito sobre seu governo.

O descontentamento popular com a escalada da inflação, a guerra militar no Irã e denúncias envolvendo membros da gestão republicana impulsionaram a votação dos democratas em diferentes regiões do país. Entre os marcos da apuração, Adam Hamilton derrotou Roger Marshall e virou o primeiro senador democrata eleito pelo tradicional reduto conservador do Kansas desde 1932. No Maine, Susan Collins perdeu seu assento para Troy Jackson, enquanto James Talarico superou Ken Paxton na disputa pelo Texas. A oposição também venceu corridas na Carolina do Sul, Ohio, Carolina do Norte, Geórgia e New Hampshire.

No cenário internacional, autoridades do Irã interpretaram o resultado das urnas como uma recusa dos eleitores norte-americanos a conflitos externos, enquanto as principais bolsas europeias reagiram em alta nesta quarta-feira. Os parlamentares eleitos tomam posse formal em Washington no início de janeiro de 2027.

A contagem final dos votos segue em estados com margens apertadas, como no Alasca, onde advogados da campanha de Trump acionaram os tribunais para tentar impedir a validação dos números oficiais.

Com informações de Veja, Poder360, Euronews, Exame e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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