Terça-feira, 03 de novembro de 2026
Economia

Deputados de Minas divergem sobre responsabilidade por alta no ICMS dos combustíveis

Reajuste tributário aprovado pelos estados entrará em vigor nos postos em fevereiro de 2027

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Os deputados federais eleitos por Minas Gerais Ana Elisa (PT) e Gleidison Azevedo (Republicanos) travaram um debate público nas redes sociais sobre as causas do futuro aumento de preços dos combustíveis no Brasil.

A discussão envolve a alta do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual que incide sobre o consumo, aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e prevista para entrar em vigor em 1º de fevereiro de 2027. O reajuste encarecerá a gasolina, o óleo diesel e o botijão de gás de cozinha para os consumidores em todos os estados brasileiros.

De acordo com a decisão do conselho, presidido pelo ministro da Fazenda em exercício Dario Durigan, a alíquota da gasolina passará de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro, enquanto o diesel subirá de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro e o gás de cozinha aumentará de R$ 1,47 para R$ 1,54 por quilo. Em vídeos publicados na internet, Azevedo culpou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela carga tributária, enquanto Ana Elisa argumentou que a taxa é estadual e foi decidida em conjunto pelos governos locais, destacando a isenção de tributos federais implementada pela União.

As novas tarifas estaduais estão programadas para passar a valer nos postos a partir de fevereiro de 2027, momento em que o impacto financeiro começará a ser sentido nas bombas.

Com informações de Metrópoles, Poder360 e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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