Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Brasil

Estudos apontam investigação rigorosa e câmeras para conter letalidade policial

Casos recentes com dezenas de disparos em São Paulo reacendem cobranças por protocolos e revisão da atuação da PM

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Casos recentes de civis mortos durante intervenções da Polícia Militar voltaram a colocar os índices de letalidade policial no centro dos debates em São Paulo. O tema ganhou repercussão após três ocorrências no mês de outubro: um homem atingido por 27 tiros no dia 10, outro baleado com 24 disparos no dia 3 e a morte de uma mulher armada com faca no dia 15, episódio que levou à prisão temporária de um policial, solto no dia seguinte.

A recorrência das ocorrências mobilizou cobranças da Ouvidoria da Polícia por mudanças emergenciais no atendimento a pessoas em situação de crise psicológica e levou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) a declarar a intenção de rever protocolos da corporação. Levantamentos sobre experiências internacionais compilados por especialistas mostram que modelos de redução consistente de mortes provocadas por agentes estatais dependem da combinação de sistemas externos e detalhados de investigação de cada óbito com o uso permanente de câmeras corporais nos uniformes operacionais.

Estudos indicam que intervenções tecnológicas e administrativas tendem a perder a eficácia quando não contam com supervisão disciplinar e responsabilização contínua. Em manifestação oficial, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) do estado afirmou que os desvios de conduta são apurados com rigor pelas corregedorias, destacou que a letalidade policial em São Paulo registrou recuo de 5,1% entre 2024 e os períodos recentes e declarou que as forças policiais cumprem as diretrizes legais vigentes.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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