Terça-feira, 03 de novembro de 2026
Mundo

EUA atacam alvos no Irã horas antes de votação para o Congresso americano

Bombardeios na ilha de Qeshm ocorrem em meio a disputa que define rumos do governo Trump e que tem inflação e política externa como foco dos eleitores

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Donald Trump
Portrait of 45th and 47th POTUS, Donald Trump taken by Daniel Torok This portrait is displayed at the Smithsonian National Portrait Gallery and was approved for use on a commemorative Semiquincentenni · Foto: Daniel Torok / Wikimedia Commons (Public domain)

O governo dos Estados Unidos realizou ataques militares contra a ilha de Qeshm, no Irã, na manhã desta terça-feira (3). A ofensiva ocorreu poucas horas antes do início da votação que renova a composição do Congresso americano, segundo informações divulgadas por autoridades em Washington.

A operação militar coincide com as eleições de meio de mandato, momento em que os eleitores decidem as 435 cadeiras da Câmara dos Deputados e 35 das 100 vagas do Senado. O pleito funciona como uma avaliação direta do governo do presidente Donald Trump, e uma eventual vitória do Partido Democrata pode impor limites à agenda da Casa Branca e modificar a condução das ações militares no exterior.

O impacto do conflito internacional já repercutia entre os eleitores antes dos bombardeios. Um levantamento do instituto Reuters/Ipsos, realizado entre quinta-feira (30) e segunda-feira (2) com 1.765 adultos em todo o país, apontou a guerra no Irã, o aumento do custo de vida e a aprovação presidencial entre as principais preocupações dos votantes, com margem de erro de três pontos percentuais.

Mais de 58 milhões de cidadãos votaram antecipadamente, e 42 estados americanos além do Distrito de Columbia já registravam seções em funcionamento às 11h no horário de Brasília. As últimas urnas se encerram às 23h de Brasília no Alasca e no Havaí, mas a apuração deve demorar, pois a contagem dos votos é feita de maneira autônoma por cada estado, sem a presença de uma autoridade eleitoral centralizada como a Justiça Eleitoral brasileira.

Com informações de DW Brasil, G1 e Veja.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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