Domingo, 08 de novembro de 2026
Economia

Ex-presidente do Banco Central do Paraguai teme pela vida após ter prisão decretada

Carlos Carvallo foi alvo de ordem judicial após crise que motivou devolução de R$ 880 milhões a correntistas

📲 Receba as notícias no celular: Canal no Telegram Canal no WhatsApp

O ex-presidente do Banco Central do Paraguai (BCP) Carlos Carvallo declarou à Procuradoria-Geral do país que teme pela própria vida após ter a prisão preventiva determinada pela Justiça, em desdobramento das investigações sobre a insolvência do Banco Ueno.

A medida coercitiva agrava o abalo no sistema financeiro paraguaio e expõe o alcance das apurações criminais sobre a derrocada da instituição bancária privada. Ao ser questionado formalmente pelos promotores de Justiça a respeito da procedência das intimidações relatadas, Carvallo preferiu não apresentar esclarecimentos adicionais sobre a autoria das ameaças.

Em paralelo às determinações judiciais, o Banco Central paraguaio anunciou que realizou o repasse de 996 bilhões de guaranis — aproximadamente 880 milhões de reais — para 1.196.000 clientes da instituição falida por intermédio do fundo de proteção estatal. O presidente interino do órgão, Pedro Acosta, detalhou que os lotes de ressarcimento cobriram valores de até 40 salários mínimos, limite fixado pela legislação bancária do país vizinho.

A autoridade monetária confirmou ainda que uma nova rodada de pagamentos terá início nesta segunda-feira, abrangendo clientes que possuíam empréstimos ou dívidas ativas de cartão de crédito no banco, das quais serão descontados os saldos a compensar. Ao mesmo tempo, equipes técnicas e o governo central elaboram planos para atender poupadores com patrimônio retido acima do teto de cobertura da garantia.

Com informações de Veja e Metrópoles.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

Siga o katavNews

Receba as notícias assim que saem: entre no nosso canal do Telegram ou do WhatsApp. É grátis e você sai quando quiser.