Sexta-feira, 06 de novembro de 2026
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Tecnologia

Falha em links do ChatGPT permitia a invasores ler conversas privadas de usuários

Brecha descoberta por empresa de segurança cibernética foi corrigida pela OpenAI antes de qualquer ataque a contas reais

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Interface do ChatGPT
Tela com a página do ChatGPT · Foto: PantheraLeo1359531 / Wikimedia Commons (Domínio Público)

Uma falha de segurança no sistema de compartilhamento de conversas do ChatGPT permitia que invasores tivessem acesso a diálogos confidenciais e dados pessoais de outros usuários por meio da abertura de um link manipulado.

O incidente ressalta os riscos de privacidade associados ao uso de ferramentas de inteligência artificial em navegadores de internet e a importância de auditorias preventivas para evitar o vazamento de informações corporativas e dados pessoais.

A vulnerabilidade foi identificada por especialistas da empresa de segurança cibernética Parameter, que detalharam a técnica em relatório publicado em 28 de outubro. O problema envolvia a biblioteca MathLive, recurso empregado na exibição de gráficos matemáticos e fórmulas numéricas na plataforma. Esse componente processava comandos externos de formatação HTML sem checar adequadamente a procedência das mensagens.

Ao atrair a vítima para abrir uma página compartilhada com código malicioso, o script passava a rodar diretamente no domínio oficial do serviço. Como herdava as permissões ativas da conta da vítima, o invasor conseguia acionar as interfaces de programação internas (APIs) da OpenAI para visualizar históricos antigos de chat, extrair documentos anexados e modificar preferências de configuração.

A empresa responsável pela descoberta informou o erro à OpenAI em 18 de outubro por meio de seu programa de recompensas por detecção de falhas. A criadora do assistente virtual corrigiu as brechas na interface web em 26 de outubro, e não foram encontrados indícios de que o método tenha sido empregado contra usuários comuns antes do bloqueio definitivo.

Com informações de UOL, Google Notícias e Estado de Minas.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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