Terça-feira, 03 de novembro de 2026
Esporte

Flamengo afirma no STF que veto a bets põe em risco esportes olímpicos e 1,2 mil empregos

Em audiência pública sobre medida provisória, vice-presidente do clube defendeu a validade dos contratos atuais de patrocínio

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Fachada do Supremo Tribunal Federal
Foto: Pedro França/Agência Senado / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

O vice-presidente do Clube de Regatas do Flamengo, Flávio de Araújo Willeman, afirmou nesta terça-feira (3), em audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, que a proibição das apostas esportivas online no país ameaça a manutenção de esportes olímpicos e pode resultar na demissão de cerca de 1,2 mil funcionários do clube.

O posicionamento importa porque os patrocínios de casas de apostas tornaram-se a principal fonte de receita comercial de grandes clubes brasileiros nos últimos anos. A interrupção abrupta desses repasses afeta não apenas o futebol profissional masculino, mas todo o orçamento destinado a modalidades amadoras, formação de jovens atletas e funcionários administrativos das agremiações.

A manifestação ocorreu durante os debates convocados pelo ministro Luiz Fux, relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 8027, que analisa a legalidade da Medida Provisória (MP) nº 1.394/2026. O texto governamental barrou a atividade em 25 de setembro e ordenou a devolução de saldos de apostadores e a cassação de outorgas de R$ 30 milhões pagas por operadores, sem restituição dos valores.

Ao abrir a fala destinada aos clubes de futebol, o dirigente rubro-negro defendeu a preservação dos contratos vigentes para mitigar o impacto financeiro imediato da medida. O tribunal ainda ouvirá outras 27 entidades antes de o relator formular seu voto para submeter a medida provisória à avaliação dos ministros do plenário.

Com informações de Metrópoles, UOL, Terra e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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