Quinta-feira, 08 de outubro de 2026
Política

Flávio Bolsonaro nega plano para limitar reajuste de aposentadorias após estudo vazar

Equipe econômica do candidato planejava atrelar benefícios apenas à inflação para cortar gastos em R$ 250 bilhões

Flávio Bolsonaro
Foto: Carlos Moura/Agência Senado / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira (8) que, caso eleito, garantirá o reajuste das aposentadorias do INSS e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) acima da inflação. A declaração foi uma resposta direta ao vazamento de um estudo de sua própria equipe econômica.

A reação do candidato importa porque a proposta original previa desvincular esses benefícios dos aumentos reais do salário mínimo. Isso significa que, se o salário mínimo subisse acima da inflação, aposentados e beneficiários do BPC receberiam apenas a correção da inflação (INPC), congelando o poder de compra e poupando os cofres públicos.

A medida estudada pelos economistas de Flávio fazia parte de um pacote para reduzir as despesas obrigatórias do governo em cerca de R$ 250 bilhões, o equivalente a 2% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente, cerca de 70% dos mais de 41 milhões de benefícios pagos pelo INSS têm o valor atrelado ao piso nacional.

Com informações de Estado de Minas, UOL, Money Times e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise