Segunda-feira, 19 de outubro de 2026
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Brasil

Greve de ônibus na zona sul de São Paulo atinge 34 linhas e 267 mil passageiros

Trabalhadores da antiga Transwolff cobram depósitos atrasados de FGTS e INSS após encerramento de contrato com a prefeitura

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Ônibus urbano em São Paulo
Ônibus a bateria em circulação na cidade de São Paulo · Foto: Pedro Nardi / Wikimedia Commons (CC0)

Motoristas e cobradores que operavam pela antiga concessionária Transwolff cruzaram os braços na manhã desta segunda-feira (19), interrompendo a circulação de 34 linhas de ônibus municipais na zona sul da cidade de São Paulo.

A paralisação afeta a rotina de aproximadamente 267 mil passageiros que utilizam o transporte público na região. Para diminuir o impacto nos pontos de parada, a São Paulo Transporte (SPTrans) acionou o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese) e requisitou apoio da Polícia Militar nas duas garagens da viação.

O contrato com a Transwolff foi rompido pela administração municipal após investigações apontarem suspeitas de envolvimento de dirigentes da empresa com a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), transferindo a gestão das linhas para o poder público. Os rodoviários alegam falta de clareza nos repasses do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), além de cobrarem a definição sobre o plano de saúde da categoria.

A Prefeitura de São Paulo considerou a paralisação ilegal por não ter cumprido a exigência legal de aviso prévio de 72 horas para serviços essenciais. A SPTrans declarou que os salários estão pagos em dia, que a contratação de novo convênio médico está em fase de licitação com pagamento de compensação financeira aos empregados e que aguarda a liberação das garagens para restabelecer os itinerários.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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