Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
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Brasil

Grupos bolsonaristas espalham listas de boicote contra empresas e lojas

Campanhas atingem marcas nacionais e pequenos negócios, motivando centenas de queixas ao MPT

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Publicações em grupos de redes sociais e aplicativos de mensagens passaram a divulgar listas com pedidos de boicote a grandes corporações, como Itaú e Ipiranga, e a comerciantes de bairro que manifestaram preferências políticas nas eleições.

A iniciativa afeta a rotina de pequenas empresas e gera insegurança no ambiente de trabalho em diversas capitais e cidades do interior. O movimento tensiona as relações comerciais e levanta questões jurídicas sobre assédio e discriminação contra trabalhadores e prestadores de serviço com base em escolhas eleitorais.

Além de apelos pelo cancelamento de viagens à Região Nordeste e pela suspensão de donativos a comunidades carentes, o movimento envolveu ameaças de demissão de funcionários. No Rio de Janeiro, a deputada estadual India Armelau (PL) foi impedida pela Justiça do Trabalho de incentivar retaliações patronais após uma ação movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

O MPT informou ter recebido 530 denúncias de assédio eleitoral em empresas em um intervalo de menos de 48 horas após a votação de segundo turno. O órgão destacou que a perseguição a empregados por convicção política é ilegal e pode acarretar sanções financeiras e criminais aos responsáveis.

Com informações de UOL, Google Notícias e Reddit.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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