Terça-feira, 20 de outubro de 2026
Mundo

Guinada conservadora na América Latina expõe divergências em modelos fiscais

Sucessivas derrotas da esquerda em disputas presidenciais reúnem governantes com visões opostas sobre cortes de gastos públicos

📲 Receba as notícias no celular: Canal no Telegram Canal no WhatsApp

Memorial da América Latina
Memorial da América Latina, em São Paulo · Foto: Francisco Baraglia / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A sucessão de vitórias de candidatos de direita em sete eleições presidenciais realizadas nos últimos vinte meses consolidou uma guinada conservadora na América Latina, mas encobre profundas divergências sobre a gestão econômica e a política fiscal entre os governantes eleitos, segundo análise do cientista político Oliver Stuenkel publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

A transformação política reduziu a presença de lideranças de centro-esquerda e esquerda no continente a apenas três nações democráticas — México, Uruguai e Guatemala —, enquanto o cenário regional aguarda o desfecho da eleição presidencial no Brasil, marcada para 25 de outubro com a participação de Flávio Bolsonaro.

Apesar da proximidade em pautas conservadoras e de costumes, os novos governos adotam estratégias orçamentárias opostas. Na Argentina, o presidente Javier Milei priorizou cortes drásticos nos gastos públicos e na máquina estatal, ao passo que mandatários como Daniel Noboa, no Equador, e Nayib Bukele, em El Salvador, ampliaram as despesas públicas e o endividamento governamental ao longo de 2026, evidenciando a ausência de um programa econômico homogêneo entre as gestões de direita da região.

Com informações de Estadão e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

Siga o katavNews

Receba as notícias assim que saem: entre no nosso canal do Telegram ou do WhatsApp. É grátis e você sai quando quiser.