Domingo, 25 de outubro de 2026
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Política

Juiz eleitoral rejeita pedido de prisão de secretário e chefe da SPTrans

Justiça apontou falta de elementos concretos de flagrante após acusação de frota reduzida de ônibus

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SPTrans
Ônibus urbanos gerenciados pela SPTrans na capital paulista · Foto: Juverci de Melo / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O juiz eleitoral Tiago Ducatti Lino Machado, da Justiça Eleitoral de São Paulo, negou neste domingo (25) o pedido de prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, Celso Jorge Caldeira, e do diretor-presidente da SPTrans, Victor Hugo Borges.

A decisão afasta a detenção imediata dos gestores responsáveis pelos ônibus de São Paulo, mas o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) determinou que a administração municipal preste informações urgentes sobre as linhas em circulação.

A representação foi proposta pela Federação Brasil da Esperança, integrada por PT, PCdoB e PV, que apontou descumprimento de ordem judicial sob a alegação de que as empresas concessionárias estariam operando com cerca de 60% da frota na cidade. Ao rejeitar o pedido, o juiz destacou que não havia elementos probatórios concretos que comprovassem a situação de flagrante delito pelas autoridades citadas.

A Prefeitura de São Paulo e a São Paulo Transporte (SPTrans) têm de apresentar relatórios operacionais à Justiça Eleitoral para demonstrar o cumprimento integral da frota durante o domingo de votação.

Com informações de UOL, Folha, Metrópoles e Revista Oeste.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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