Segunda-feira, 19 de outubro de 2026
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Macron promete punição após atos por custo de vida deixarem 1.500 lojas danificadas

Prejuízos no comércio francês alcançam centenas de milhões de euros em meio a tumultos e invasões a prédios públicos.

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O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou neste fim de semana que todos os envolvidos em saques e depredações ocorridos durante protestos contra o custo de vida serão levados à Justiça. A declaração ocorre após mobilizações populares gerarem distúrbios violentos em dezenas de cidades francesas, deixando cerca de 1.500 estabelecimentos comerciais danificados.

A tensão social crescente na Europa decorre da inflação sobre alimentos e energia, de salários defasados e do encarecimento dos aluguéis, que esgotaram a capacidade financeira das famílias da classe trabalhadora e de estudantes. Na França, o impacto econômico dos atos atingiu diretamente comerciantes locais, que contabilizam perdas de várias centenas de milhões de euros, de acordo com a Federação do Comércio e Retalho.

Os atos, que começaram como reivindicações estudantis por melhorias em escolas na periferia de Paris em setembro, ganharam adesão de sindicatos e se expandiram para seis nações europeias. Em território francês, manifestantes atearam fogo à prefeitura de Limoges e ao posto de turismo de Lyon, além de forçarem entrada em edifícios municipais em Marselha, Lille e Angers e atacarem a residência do prefeito regional em Bordéus.

O governo francês informou que reforçará o policiamento nos centros comerciais e centros administrativos nas próximas semanas para evitar novos confrontos. Enquanto isso, entidades estudantis e sindicais preparam novas assembleias para debater a continuidade das greves e manifestações.

Com informações de UOL e Euronews.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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