Sexta-feira, 06 de novembro de 2026
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Economia

Mercado ilegal de cigarros sobe para 30% e indústria critica imposto seletivo

Setor tabagista alerta que nova medida provisória do governo federal pode estimular a entrada de produtos clandestinos

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A Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) criticou nesta semana o aumento da tributação sobre cigarros promovido pela Medida Provisória (MP) 1.399/2026, editada pelo governo federal para regulamentar o Imposto Seletivo.

A entidade adverte que o encarecimento dos produtos regulares favorece a expansão do crime organizado e impacta o comércio formal, já que uma fatia maior de consumidores tende a migrar para alternativas mais baratas vendidas sem controle sanitário.

Dados de um levantamento do instituto de pesquisas Ipsos-Ipec mostram que a participação dos produtos clandestinos no consumo nacional subiu de 27% para 30% ao longo deste ano, interrompendo um ciclo de seis anos seguidos de queda. O Imposto Seletivo, apelidado de "imposto do pecado", foi instituído pela reforma tributária com o objetivo de desestimular o consumo de itens nocivos à saúde e ao meio ambiente. A medida provisória já está em vigor, mas precisa ser apreciada e votada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

Com informações de Revista Oeste, Gazeta do Povo e Veja.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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