Sexta-feira, 06 de novembro de 2026
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Economia

Entidades de saúde criticam governo federal por adiar alíquotas do imposto do pecado

Medida provisória manteve taxas reduzidas sobre álcool e fumo até 2028 após acordo setorial

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Entidades do setor de saúde pública divulgaram comunicados criticando o Governo Federal pela decisão de postergar em um ano a aplicação integral do Imposto Seletivo (IS), tributo apelidado de imposto do pecado sobre itens prejudiciais ao organismo.

A medida provisória (MP) editada pelo Palácio do Planalto fixou que os produtos derivados do tabaco e as bebidas alcoólicas pagarão valores equivalentes ao atual Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a partir de fevereiro de 2027. O modelo definitivo de cobrança sobre os fabricantes só entrará em vigor em 2028, alterando o cronograma que previa a incidência completa logo no início do período de transição da reforma tributária.

A organização ACT Promoção de Saúde afirmou que o adiamento concede um benefício injustificado às indústrias de tabaco e bebidas açucaradas, transferindo o peso fiscal para itens de consumo básico como alimentos e vestuário. A entidade internacional Vital Strategies também apontou que a postergação compromete políticas de combate a doenças crônicas.

A decisão foi articulada pelo Ministério da Fazenda após negociações diretas com os setores produtivos afetados. Com o texto da medida provisória já publicado no Diário Oficial da União, caberá ao Congresso Nacional analisar e votar as regras tributárias nos próximos meses.

Com informações de Estadão, O Antagonista e Veja.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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