Segunda-feira, 05 de outubro de 2026
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Política

Michelle Bolsonaro é eleita senadora no DF e faz história para ex-primeiras-damas

Candidata do PL recebeu mais de 938 mil votos em sua estreia nas urnas e ocupará uma vaga na câmara alta pelos próximos oito anos.

Michelle Bolsonaro
(Brasília - DF, 08/06/2020) Palavras da Primeira-Dama Michelle Bolsonaro, durante a posse do Secretário Nacional de Justiça do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Claudio de Castro Panoeiro. · Foto: Clauber Cleber Caetano/PR / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) foi eleita neste domingo (4) para representar o Distrito Federal no Senado Federal. Concorrendo a uma vaga eletiva pela primeira vez, ela obteve 938.496 votos e assegurou uma cadeira no Legislativo pelos próximos oito anos, garantindo uma vitória expressiva na capital do país.

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Com o resultado, a mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro alcança um marco inédito na política brasileira: é a primeira ex-primeira-dama a exercer um mandato conquistado nas urnas. Sua eleição amplia a influência da pauta conservadora no Senado e fortalece o seu partido na oposição aos governos de esquerda, além de consolidar seu nome como uma figura de liderança autônoma.

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Antes de se lançar candidata, Michelle já havia tido um papel de destaque nos bastidores e nos palanques durante o mandato do marido, focando principalmente em pautas voltadas à acessibilidade e às comunidades evangélicas. Na campanha deste ano, ela intensificou as viagens pelo país e usou sua imagem para alavancar tanto a própria candidatura quanto a de aliados conservadores.

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No sábado (3), véspera da votação, Michelle participou de uma motociata nas ruas de Brasília e disse acreditar que "a justiça de Deus virá" e que, em breve, Jair Bolsonaro estará junto de seus apoiadores. Em comunicado no domingo, ela afirmou que Deus utilizou um pedido do marido e a vontade dos eleitores para lhe entregar a missão. Ao longo da legislatura que se inicia no próximo ano, a nova senadora terá o poder de propor leis, votar indicações de ministros para tribunais superiores e participar das principais decisões econômicas e sociais do país.

Com informações de Metrópoles, A Tarde (BA) e Revista Oeste.

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