Quarta-feira, 04 de novembro de 2026
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Minerador de 80 anos mantém tradição de buscar ouro nas montanhas da Argentina

Máximo Ruarte usa bateia para extrair metal em riachos a mais de 2.000 metros de altitude

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O minerador artesanal Máximo 'May' Ruarte, de 80 anos, mantém a rotina diária de extração manual de ouro nas encostas da cordilheira em Famatina, na província de La Rioja, no noroeste da Argentina. Vivendo e trabalhando a mais de 2.000 metros de altitude, ele é considerado o trabalhador mais antigo em atividade nesse ofício na região montanhosa.

A atividade exercida por Ruarte preserva um método secular de mineração de pequena escala, no qual ele utiliza a bateia — uma espécie de bacia côncava — para movimentar a água e separar as pequenas partículas de ouro misturadas à areia e às pedras dos leitos dos rios. Além da extração mineral, ele atua como 'baqueano', termo tradicional utilizado no interior argentino para definir guias que conhecem detalhadamente as trilhas e os relevos mais remotos da região.

Com uma trajetória dedicada inteiramente aos terrenos acidentados dos cerros andinos, o trabalhador construiu sua subsistência à base da paciência do garimpo fluvial. A preservação dessa prática artesanal contrasta com os projetos industriais de mineração e permanece como um registro vivo da história do trabalho nas altitudes argentinas.

Com informações de Clarín (Argentina), Google Notícias e La Nación (Argentina).

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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