Terça-feira, 20 de outubro de 2026
Brasil

Ministério Público de SP abre investigação sobre vazamento do Smart Sampa

Promotoria do Patrimônio Público vai apurar a exposição de imagens de mais de 58 mil câmeras da capital paulista

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Viatura da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo
Foto: Sturm / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) instaurou um procedimento preliminar nesta terça-feira (20) para apurar o vazamento de informações sigilosas e credenciais do programa de monitoramento por câmeras Smart Sampa, operado pela Prefeitura de São Paulo. O caso foi registrado como Notícia de Fato e encaminhado para distribuição entre as Promotorias de Justiça do Patrimônio Público, que decidirão se instauram um inquérito civil.

O caso teve início após reportagem do portal UOL apontar que credenciais e dados restritos do sistema ficaram expostos publicamente na internet por cerca de 11 meses. A vulnerabilidade permitiu o acesso desprotegido a transmissões ao vivo de mais de 58 mil câmeras de segurança instaladas em vias públicas, Unidades Básicas de Saúde (UBSs), creches, escolas municipais, hospitais e Centros de Atenção Psicossocial (Caps) da capital paulista.

Em nota oficial, a administração municipal do prefeito Ricardo Nunes confirmou o vazamento, mas sustentou que a plataforma não apresentou falha estrutural de segurança. De acordo com a prefeitura, as informações foram extraídas ilegalmente por um agente público com autorização prévia de acesso, inserido em um universo de mais de 7.500 profissionais cadastrados. O servidor foi afastado de suas funções e responde a processo disciplinar instaurado pela Corregedoria da Guarda Civil Metropolitana (GCM), enquanto a promotoria aguarda a formalização da equipe que conduzirá os depoimentos e perícias técnicas.

Com informações de G1, Terra, Metrópoles, UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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