Sábado, 17 de outubro de 2026
Esportes

Ministério Público pede prisão preventiva de vice-presidente do Corinthians

Promotoria apura suposta retaliação a testemunha em investigação sobre desvios de materiais esportivos

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O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) protocolou na 25ª Vara Criminal da Barra Funda um pedido de prisão preventiva contra o vice-presidente do Sport Club Corinthians Paulista, Armando Mendonça, em meio ao processo judicial que investiga irregularidades no contrato de fornecimento de material esportivo celebrado com a fabricante Nike.

A solicitação da Promotoria ocorreu após o desligamento do profissional Marcelo Munhoes da Diretoria de Tecnologia da agremiação esportiva. Como Munhoes figura formalmente como testemunha arrolada pela acusação no processo que apura desvio estimado em R$ 6,2 milhões em equipamentos esportivos, os promotores consideraram que sua demissão representa uma tentativa de intimidação e embaraço à colheita de provas judiciais.

Além da decretação da custódia preventiva, o Ministério Público sugeriu, como via subsidiária, a aplicação de medidas cautelares restritivas contra o dirigente alvinegro. Em petição enviada à Justiça, os advogados de Armando Mendonça contestaram enfaticamente as alegações, afirmando que a exoneração da testemunha foi uma decisão administrativa exclusiva do presidente do clube, Osmar Stabile. A defesa apontou ausência de provas materiais de retaliação, sustentou que o pedido possui cunho político interno e requereu o imediato indeferimento da representação.

O caso está sob análise do juízo criminal da capital paulista, que deve decidir nos próximos dias se acolhe a prisão preventiva, se impõe medidas cautelares ou se rejeita o pleito do órgão ministerial.

Com informações de ge.globo, Google Notícias, UOL, Terra, Gazeta Esportiva e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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