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Mulher que sobreviveu à injeção letal no Tennessee desenvolve pneumonia

Estado de Christa Pike permanece grave em hospital, e advogados alertam para sequelas físicas e psicológicas.

A detenta Christa Pike, que sobreviveu a um procedimento fracassado de execução por injeção letal no último dia 30 de setembro no estado do Tennessee, nos Estados Unidos, desenvolveu um quadro de pneumonia e precisou ser internada.

O episódio reacende o debate no país sobre os métodos de aplicação da pena de morte e deixa o futuro de sua condenação incerto, uma vez que a continuidade imediata da sentença se tornou impossibilitada pelo estado de saúde crítico da prisioneira.

As duas tentativas de aplicar a injeção letal falharam, mas Pike chegou a acordar de forma momentânea na terça-feira. No entanto, o quadro se agravou novamente e ela agora permanece inconsciente, intubada e dependendo de um respirador mecânico nas dependências de um hospital da região de Nashville.

A equipe legal de defesa da mulher alertou, segundo a imprensa americana, que ainda não é viável mensurar a totalidade e o alcance das sequelas físicas e do trauma psicológico da paciente. A Justiça local avalia a situação enquanto aguarda a estabilização médica.

Com informações de Infobae, Clarín (Argentina), El Mundo e La Nación (Argentina).

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