Sábado, 31 de outubro de 2026
Mundo

Papa afirma no Vaticano que agentes de inteligência artificial não são pessoas

Líder católico rejeita conceder personalidade jurídica a máquinas e cobra responsabilidade humana sobre a tecnologia

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O papa Leão XIV afirmou durante reunião no Vaticano que agentes de inteligência artificial são apenas ferramentas tecnológicas e não devem ser tratados como pessoas nem receber direitos jurídicos.

O posicionamento do líder religioso intervém diretamente no debate global sobre a regulação do setor, alertando que atribuir personalidade a sistemas automatizados retira a responsabilidade legal de governos e empresas sobre os impactos da tecnologia.

Aos 71 anos, o pontífice reforçou os princípios de sua primeira encíclica, intitulada Magnifica Humanitas e lançada em maio, na qual defendeu o desarmamento ético dos algoritmos para assegurar que as máquinas permaneçam subordinadas à vontade humana.

O papa destacou que o rumo do desenvolvimento digital não é inevitável e convocou a sociedade a orientar, restringir ou rejeitar aplicações que ameacem a dignidade humana, em meio a novos incidentes envolvendo ações autônomas não autorizadas de softwares.

Com informações de UOL e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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