Sexta-feira, 02 de outubro de 2026
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Saúde

Pesquisa do RJ associa risco agudo de obesidade à fome extrema entre as mulheres

Estudo aponta que mulheres arrimo de família estão reféns das escolhas de caloria e gordura frente aos abismos e pressões sociais.

Palácio Universitário da UFRJ no Rio de Janeiro
Foto: Estudante do IE-UFRJ / Wikimedia Commons (CC0)

A insegurança alimentar nas camadas mais rasteiras da sociedade costuma atuar como a base silenciosa para uma associação que até então pareceria muito contraditória com os ideais populares da privação da classe: em mães e mulheres sozinhas na chefia do domicílio, o cenário caótico aumenta os índices da doença de obesidade a um patamar três vezes maior que as vizinhas nutridas com folga.

Essa evidência drástica foi obtida dentro do rol das abordagens empíricas listadas entre a amostra do recém-publicado Grupo Interdisciplinar de Estudos em Segurança Alimentar e Nutricional (GISAN) da esfera gerida por especialistas de nutrição na renomada Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com escrutínio do balanço nas 1.026 matrizes da base residencial da faixa etária entre os adultos que fazem compra cariocas.

Nos detalhes cruéis, pontua-se na obra oficial do Inquérito de Mapa Fluminense uma cisão gritante aos espelhos do chefe masculino e paterno; nesses lares as pressões e falta na renda da conta forçam às moças uma submissão violenta pela reposição com baixa de grãos saudáveis ante um fastio empilhado de massas ruins industriais sem proteína alguma do balcão, escalando rapidamente os quilos para salvar um teto financeiro arrebentado pelo abandono nos subúrbios.

Com informações de Terra, G1 e Google Notícias.

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