Sexta-feira, 06 de novembro de 2026
Economia

Polícia Civil do DF aponta que fintech da Faria Lima omitiu transações de bets ilegais

Investigação da Operação Azzardo revelou que empresa autorizada pelo Banco Central emitiu apenas um alerta suspeito em movimentação bilionária

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Novos desdobramentos da Operação Azzardo apontam que a fintech A55 Sociedade de Crédito Direto, sediada na região da Faria Lima, em São Paulo, omitiu de forma reiterada comunicados de movimentações financeiras suspeitas às autoridades fiscalizadoras. A constatação foi divulgada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), que apura um esquema de apostas clandestinas com volume de R$ 1 bilhão.

Segundo a delegada Agatha Natacha Santos, responsável pela apuração, a instituição possuía autorização do Banco Central do Brasil (BC) para atuar, mas descumpriu exigências legais básicas de conformidade e combate à lavagem de dinheiro. Apesar do fluxo bilionário que circulava pelas contas da empresa, os controles internos geraram apenas uma única notificação de transação suspeita aos órgãos de controle, enviada no final de outubro.

As diligências policiais indicam que a fintech servia de estrutura para receber, transferir e camuflar recursos oriundos do jogo ilegal, sendo que essas plataformas representavam a ampla maioria dos clientes e do capital que transitava na firma paulista. A apuração segue em andamento para identificar os beneficiários finais das quantias ocultadas no sistema bancário.

Com informações de Google Notícias e Metrópoles.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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