Sábado, 03 de outubro de 2026
Política

Políticos usam a força de milhões de seguidores nas redes para impulsionar candidaturas

Levantamento mostra as figuras públicas que dominam as plataformas na reta final do período eleitoral.

Um levantamento da empresa especializada em monitoramento Chartbeat aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como o candidato com a maior base de seguidores no conjunto das principais redes sociais nesta reta final da campanha. Já nos índices que avaliam o engajamento em curtidas e comentários, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o influenciador Renan Santos (Missão) aparecem na dianteira.

Medir a popularidade e as interações nos perfis se transformou em uma tarefa vital nas campanhas modernas. O mapeamento levou em consideração cerca de 21 mil perfis cadastrados no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ilustrando o poder da mobilização orgânica de eleitores em busca de apoios e financiamentos de campanha fora da propaganda tradicional de televisão.

Nas eleições que tentam reeleger e formar a próxima Câmara dos Deputados, o bolsonarista Nikolas Ferreira (PL-MG) encabeça a lista de forma isolada, superando a marca de 22 milhões de seguidores apenas no Instagram. Outro que se destaca no cenário nacional é o funkeiro MC Gui (PSD-SP), acumulando 11 milhões de fãs no Facebook, à frente de Adilson Barroso Bolsonarista (PL-SP), que atinge a casa dos 8,2 milhões. O domínio na rede de vídeos YouTube ficou com uma postulante atípica, Luciana da Culinária (Podemos-GO), dona de 9 milhões de inscrições focadas em receitas.

No páreo que levará novos nomes ao Senado Federal, o peso do sobrenome influenciou o pódio do Instagram. Michelle Bolsonaro (PL-DF) e Carlos Bolsonaro (PL-SC) estão na ponta da ferramenta, liderando as fileiras com 8,3 milhões e 4,2 milhões de fãs, respectivamente. O top 5 senatorial ainda cita a capilaridade de Marcos do Val, com 4 milhões no Facebook, e os números consideráveis dos parlamentares Geraldo Rufino e Gustavo Gayer, ativos no Instagram.

Com informações de UOL e Folha.

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