Terça-feira, 13 de outubro de 2026
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Presidente da rede de emergência de Portugal nega falta de fiscalização em comissão

Major-general Paulo Viegas Nunes rebateu acusações e disse que contas do SIRESP passam por controle mensal

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O presidente da empresa que administra o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), major-general Paulo Viegas Nunes, garantiu nesta terça-feira (13) a existência de escrutínio permanente nas atividades do órgão. A declaração foi proferida perante os deputados da Comissão Parlamentar de Inquérito aos Negócios dos Incêndios Rurais, no parlamento em Lisboa.

O funcionamento da estrutura de comunicação por rádio é essencial para coordenar socorristas, policiais e bombeiros durante desastres florestais no território português. O debate ganhou força após a exoneração de Ricardo Carrilho do cargo de Secretário-Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI), que apontou carência de auditorias independentes e denunciou pressões ministeriais antes de deixar a função pública.

Viegas Nunes rechaçou as acusações de descontrole financeiro, classificou o clima de boatos em torno do órgão como um ambiente de novela e ressaltou que relatórios técnicos detalhados são enviados todos os meses à Secretaria-Geral do ministério. O oficial também desmentiu valores salariais exorbitantes noticiados recentemente, explicando aos parlamentares que optou por conservar a sua remuneração de origem do Exército.

Os trabalhos da comissão parlamentar de inquérito terão andamento nas próximas semanas, quando outros gestores públicos serão convocados para prestar esclarecimentos antes da confecção do parecer final.

Com informações de Público (Portugal), RTP Notícias (Portugal) e Observador (Portugal).

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