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Economia

Promessas de campanha elevam pressão fiscal em R$ 40 bilhões para 2027, diz IFI

Relatório do Senado alerta que medidas para Bolsa Família e MEIs exigirão maior ajuste nas contas

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Plenário do Senado Federal
Plenário do Senado Federal, em Brasília · Foto: Senado Federal / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

A Instituição Fiscal Independente (IFI), vinculada ao Senado Federal, apontou nesta quinta-feira (29) que as promessas formuladas durante a campanha presidencial resultarão em uma despesa extra de R$ 40 bilhões no orçamento de 2027.

O alerta indica que o novo mandato exigirá um esforço de corte de gastos e recomposição de receitas superior ao previsto anteriormente, sob risco de aceleração da dívida pública, aumento na taxa de juros e pressões inflacionárias sobre a população.

Conforme o Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) de outubro, divulgado pelos diretores Marcus Pestana e Alexandre Andrade, o impacto de R$ 40 bilhões reúne o reajuste do Bolsa Família, as compensações ligadas a empresas de apostas esportivas e os novos incentivos voltados a microempreendedores individuais. O estudo também cita o impacto de propostas como a extensão do programa estudantil Pé de Meia ao ensino superior e a gratuidade de transporte público em fins de semana por meio de Proposta de Emenda Constitucional (PEC).

Para 2026, a IFI projeta um déficit primário de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), índice que pode alcançar 1% em 2027. Segundo os cálculos técnicos, o governo federal precisaria entregar um superávit primário de 2,1% do PIB para assegurar a estabilização da dívida bruta, dependendo da articulação entre o Ministério da Fazenda e o Congresso Nacional na tramitação orçamentária.

Com informações de G1 e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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