Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Economia

Economista defende ajuste fiscal em 2027 após alta de 10 pontos da dívida pública

Análise de Bráulio Borges aponta que déficit de 0,5% do PIB e juros altos exigem freio nos gastos para estabilizar as contas do governo

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O governo brasileiro necessitará implementar um ajuste na política fiscal a partir de 2027 para frear a trajetória de alta do endividamento público e garantir a sustentabilidade das contas do país, segundo análise divulgada pelo economista Bráulio Borges. O diagnóstico toma como base o aumento de cerca de 10 pontos percentuais na dívida bruta em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB) nos últimos quatro anos.

De acordo com o especialista, o crescimento médio de 2,7% ao ano alcançado pela economia não foi acompanhado por um equilíbrio fiscal adequado, mantendo o déficit primário em torno de 0,5% do PIB. Borges sustenta que a estabilização da dívida governamental exigiria a obtenção de superávits primários entre 1,5% e 2% do PIB, meta distante das projeções atuais após o abandono dos compromissos anteriores de resultado positivo.

A análise ressalta que os estímulos fiscais concedidos com a economia próxima ao pleno emprego acabam sobrecarregando a atuação do Banco Central do Brasil no regime de metas de inflação. Para segurar a alta dos preços, a autoridade monetária mantém juros reais elevados, mecanismo que encarece o custo de financiamento da própria dívida pública e pressiona o orçamento federal para os próximos anos.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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