Segunda-feira, 19 de outubro de 2026
Urgente Cantor e pianista Benito Di Paula morre aos 84 anos em São Paulo
Mundo

Provedora de Justiça de Portugal contesta regras do processo penal no tribunal

Pedido de fiscalização sucessiva contesta cinco mudanças aprovadas no Código de Processo Penal que afetam direitos de defesa

📲 Receba as notícias no celular: Canal no Telegram Canal no WhatsApp

A Provedora de Justiça de Portugal, Luísa Neto, requereu nesta segunda-feira (19) ao Tribunal Constitucional a declaração de inconstitucionalidade de cinco normas recém-integradas ao Código de Processo Penal (CPP).

A manifestação atende a preocupações de juristas e cidadãos de que as novas medidas retirem garantias essenciais de quem responde a processos na Justiça portuguesa.

O pedido de fiscalização sucessiva visa dispositivos da Lei n.º 34/2026, promulgada em julho pelo Parlamento sob proposta do Executivo, e atinge pontos como a confissão em delitos graves, a dispensa presencial de testemunhas em audiências e a ampliação do rito abreviado.

A iniciativa da Provedoria soma-se a representações já encaminhadas pela Ordem dos Advogados e pelo Partido Socialista (PS). Caberá agora aos juízes do Tribunal Constitucional analisar a conformidade do texto legal com a Constituição do país.

Com informações de RTP Notícias (Portugal), Público (Portugal) e Observador (Portugal).

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

Siga o katavNews

Receba as notícias assim que saem: entre no nosso canal do Telegram ou do WhatsApp. É grátis e você sai quando quiser.