Relação entre Estados Unidos e China enfrenta novas sanções e pressão política
Pequim acusa Washington de sabotagem comercial após derrota eleitoral do partido de Donald Trump
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O governo da China denunciou como sabotagem, nesta sexta-feira (6), a nova rodada de sanções econômicas imposta pelos Estados Unidos contra Cuba, que incluiu pela primeira vez empresas de tecnologia do país asiático.
A crise diplomática ocorre em um momento de reposicionamento político em Washington após a derrota do Partido Republicano nas eleições legislativas. Analistas internacionais apontam que o novo equilíbrio no Congresso norte-americano, agora sob maioria democrata, deve impor limites à estratégia do presidente Donald Trump de utilizar tarifas alfandegárias de forma unilateral contra produtos chineses antes do encerramento da trégua comercial em janeiro.
As penalidades anunciadas pela Casa Branca miram os setores de tecnologia e petróleo e alcançaram as companhias chinesas CEIEC e Beijing H&C Technologies, sob a alegação de venda de equipamentos e sistemas de segurança à ilha caribenha. O porta-voz da diplomacia chinesa, Guo Jiakun, rechaçou as medidas e afirmou que o governo em Pequim adotará providências para defender os interesses de suas corporações.
No cenário interno norte-americano, o presidente Donald Trump reconheceu publicamente que o desgaste com conflitos internacionais prejudicou o desempenho de sua legenda nas urnas, ecoando declarações do vice-presidente JD Vance sobre a influência da guerra contra o Irã no revés eleitoral.
Com informações de UOL e G1.
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