Sábado, 07 de novembro de 2026
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Juíza federal dos EUA barra construção de Arco do Triunfo de Donald Trump

Decisão suspende início das obras do monumento por duas semanas para avaliar contestações

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Donald Trump
Portrait of 45th and 47th POTUS, Donald Trump taken by Daniel Torok This portrait is displayed at the Smithsonian National Portrait Gallery and was approved for use on a commemorative Semiquincentenni · Foto: Daniel Torok / Wikimedia Commons (Public domain)

A juíza federal Tanya Chutkan, do Tribunal Distrital de Washington, determinou a suspensão por 14 dias do início das obras do gigantesco Arco do Triunfo projetado pela gestão do presidente Donald Trump nos Estados Unidos.

A liminar, uma decisão provisória tomada antes do julgamento final para impedir danos imediatos, atende a contestações judiciais de veteranos das Forças Armadas — incluindo combatentes da Guerra do Vietnã — e dos procuradores-gerais do Distrito de Colúmbia e da Virgínia, que questionam a proximidade do monumento com o Cemitério Nacional de Arlington, onde repousam militares norte-americanos.

A ordem de paralisação temporária ocorreu poucas horas depois de a Comissão Nacional de Planejamento da Capital (NCPC), órgão responsável por avaliar intervenções urbanas na sede do governo norte-americano, aprovar o projeto por 8 votos a 4. Os comissários contrários à proposta tentaram adiar a deliberação apontando pendências jurídicas, ausência de verba autorizada pelo Congresso Nacional dos EUA e dúvidas a respeito de declarações do secretário de Defesa, Pete Hegseth, sobre o aproveitamento militar da edificação. O projeto prevê uma estrutura de 76 metros de altura, porte superior ao do tradicional Arco do Triunfo de Paris e ao do Memorial Lincoln.

Durante o período de suspensão de duas semanas, o tribunal analisará a legalidade das permissões expedidas e a legitimidade dos recursos empregados na construção antes de decidir se o governo federal poderá ou não dar andamento aos trabalhos de engenharia no local.

Com informações de Clarín (Argentina), UOL, G1, The Guardian e Al Jazeera.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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