Quinta-feira, 15 de outubro de 2026
Saúde

Relato de médica sobre rotura uterina alerta para riscos raros no trabalho de parto

Complicação atinge até 1% das gestações e reforça debate sobre índices de mortalidade materna

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A médica Cecília Emerick tornou público o relato sobre a rotura uterina sofrida durante o trabalho de parto de sua filha Stela, chamando a atenção para a ocorrência de emergências obstétricas súbitas em gestações consideradas de baixo risco.

O caso amplia o debate sobre segurança hospitalar e mortalidade materna, em um cenário em que dados da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam a morte de uma mulher a cada dois minutos no mundo por problemas ligados à gravidez ou ao parto.

A complicação consiste no rompimento parcial ou total das paredes musculares do útero e atinge entre 0,05% e 1% das mulheres grávidas, com alto risco de asfixia neonatal e hemorragia aguda para a mãe. Cecília não havia tido intercorrências em sua primeira gravidez, mas entrou em fase expulsiva rápida na trigésima nona semana de gestação, perdendo mais da metade do volume sanguíneo durante o episódio.

Entidades médicas reforçam que o monitoramento constante em ambiente hospitalar equipado para cirurgias imediatas é o procedimento padrão para identificar alterações nos batimentos fetais e reduzir os desfechos fatais desse tipo de ocorrência.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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