Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Saúde

Estimulação cerebral aliada à nutrição reduz fissura por comida, indica estudo da USP

Pesquisa de Ribeirão Preto mostra queda no desejo alimentar em mulheres com obesidade após cinco dias de sessões

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Pesquisa sobre estimulação cerebral e obesidade
Equipamento utilizado em pesquisa de estimulação cerebral não invasiva · Foto: Agência FAPESP (CC BY)

Cientistas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) verificaram que cinco dias de estimulação cerebral não invasiva combinada a sessões de orientação nutricional reduziram o desejo compulsivo por comida em mulheres com obesidade.

O achado científico abre caminho para novas abordagens no combate a uma das doenças mais prevalentes do planeta, ao atuar sobre os mecanismos neurais de impulsividade que dificultam a manutenção de dietas equilibradas.

Publicada no periódico internacional Physiology & Behavior, a pesquisa utilizou estímulos elétricos direcionados ao córtex pré-frontal dorsolateral. Essa região do cérebro é encarregada do autocontrole e da tomada de decisões, e costuma registrar menor atividade funcional em indivíduos diagnosticados com sobrepeso severo e alterações metabólicas associadas.

De acordo com projeções do levantamento World Obesity Atlas, cerca de 399 milhões de mulheres apresentarão obesidade grau 1 até 2030 em todo o mundo, número que supera a projeção masculina para o período. Os pesquisadores planejam agora novos testes com períodos mais extensos de acompanhamento para medir a durabilidade do tratamento.

Com informações de Google Notícias, Agência FAPESP e Estado de Minas.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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