Domingo, 01 de novembro de 2026
Política

Senadora eleita do PT-MG não descarta votar por impeachment de ministros do STF

Marília Campos defendeu que o Senado deve agir caso a Suprema Corte não apure suspeitas sobre o Banco Master

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A senadora eleita por Minas Gerais Marília Campos (PT) declarou neste sábado (31) que não adota o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) como bandeira política, mas afirmou que o Senado Federal deverá tomar providências cabíveis caso a Corte não apure investigações internas.

A posição ganha peso por partir da primeira mulher eleita para o Senado pelo Partido dos Trabalhadores no estado mineiro, em meio à pressão de parlamentares da oposição para pautar a abertura de processos disciplinares contra integrantes do tribunal superior.

Em entrevista à imprensa, a ex-prefeita de Contagem defendeu que o próprio Supremo adote medidas para esclarecer as apurações relacionadas ao escândalo do Banco Master. De acordo com a senadora eleita, os desdobramentos envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro citam conexões não apenas com membros do Judiciário, mas também com diversas lideranças políticas, exigindo apuração irrestrita de todos os nomes mencionados.

Pela Constituição Federal, o Senado é a Casa legislativa que detém competência exclusiva para autorizar, processar e julgar pedidos de afastamento de ministros da Suprema Corte por crime de responsabilidade. Marília Campos tomará posse de sua cadeira no Congresso Nacional em fevereiro do próximo ano.

Com informações de Estadão e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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