Domingo, 04 de outubro de 2026
Ciência

Sistema Solar pode se desintegrar antes do previsto, aponta estudo

Pesquisa indica que planetas gigantes podem ser expulsos de suas órbitas bilhões de anos mais cedo do que o calculado.

Um novo estudo do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) sugere que os planetas gigantes do Sistema Solar podem ser expulsos de suas órbitas muito antes do que os cientistas imaginavam. A pesquisa indica que o fim da estabilidade da região externa do nosso sistema ocorrerá cerca de um bilhão de vezes mais cedo do que as estimativas anteriores.

A descoberta muda a compreensão da ciência sobre o futuro distante do nosso sistema planetário e como a morte do Sol afetará a vizinhança cósmica. O Sol tem hoje 4,57 bilhões de anos e deve continuar ativo por mais 5 bilhões de anos antes de se tornar uma gigante vermelha.

A teoria anterior considerava que o Sol perderia massa de forma gradual. No entanto, os pesquisadores agora apontam que essa perda de massa na fase final da estrela pode acontecer por meio de episódios violentos e irregulares.

Essas variações bruscas provocariam alterações gravitacionais significativas. Com a perda de massa do Sol, as órbitas de planetas como Júpiter, Saturno, Urano e Netuno ficariam mais amplas e vulneráveis a perturbações, levando à expulsão deles do sistema.

A transformação do Sol em gigante vermelha já prevê a destruição de Mercúrio, Vênus e, provavelmente, da Terra. Os cientistas continuarão monitorando e refinando os modelos para entender melhor os impactos da morte estelar.

Com informações de Euronews, Google Notícias e O Antagonista.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise