Sexta-feira, 02 de outubro de 2026
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Starbucks é alvo de críticas por abrir cafeterias em região da China acusada de repressão

Parlamentares e grupos civis dos Estados Unidos exigem fechamento das operações da marca norte-americana na província de Xinjiang

Mapa de Xinjiang
Mapa e bandeira da região autônoma de Xinjiang · Foto: HorseBro the hemionus / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A rede de cafeterias Starbucks está no centro de uma polêmica diplomática com líderes políticos e organizações de direitos humanos dos Estados Unidos. As queixas começaram após a empresa norte-americana abrir suas duas primeiras filiais comerciais em Xinjiang, na China.

O presidente do Comitê Seleto da Câmara dos Representantes dos EUA sobre a China, o congressista John Moolenaar, manifestou duras exigências para que a empresa feche as portas no local de forma imediata. Segundo o parlamentar, que acompanha as diretrizes contra as políticas promovidas pela nação asiática, manter o funcionamento no local é um movimento que atesta falência moral da franquia.

O atrito envolve denúncias de repercussão global contra Pequim. Organismos e grupos ocidentais acusam o governo chinês de empregar programas sistemáticos de restrição religiosa e repressão social na província de Xinjiang, incluindo a manutenção controversa de campos de trabalho forçado para subjugar e afastar a minoria populacional uigur, que tem ascendência predominantemente islâmica.

Com informações de Financial Times, Times of India, Clarín (Argentina) e The Independent.

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