Terça-feira, 03 de novembro de 2026
Economia

Taxas do Tesouro Direto disparam e juro real do IPCA+ ultrapassa 8%

Títulos prefixados atingiram 15,63% ao ano antes da decisão do Copom e após piora das projeções do Boletim Focus

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As taxas de rendimento dos títulos públicos comercializados no Tesouro Direto iniciaram as negociações desta terça-feira (3) em acentuada alta em todos os vencimentos, pressionadas por expectativas de inflação e pelo início da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

O papel Tesouro IPCA+ com vencimento em 2032 voltou a remunerar os aplicadores com juro real acima de 8% ao ano, ao subir de IPCA mais 7,89% para IPCA mais 8,03%. Nos papéis com retorno prefixado, o título com vencimento em 2032 avançou 27 pontos-base e atingiu rentabilidade de 15,63% ao ano, acumulando alta de 2,74 pontos percentuais desde as últimas semanas.

A elevação nas curvas de juros ocorreu após a publicação do primeiro Boletim Focus posterior ao pleito eleitoral, que registrou deterioração nas estimativas para o dólar, preços e taxa básica de juros. Os agentes de mercado aguardam a deliberação do Banco Central do Brasil sobre a taxa Selic, atualmente fixada em 13,75% anuais.

A reunião do colegiado do banco central se estende até a quarta-feira (4), quando será informado o patamar oficial de juros e a avaliação das variáveis de risco para a atividade econômica.

Com informações de Valor Investe, InfoMoney e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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