Terça-feira, 03 de novembro de 2026
Economia

Incerteza fiscal após eleição de Lula ameaça cortes da taxa Selic

Analistas projetam juros estacionados em 13,75% ao ano até 2027 enquanto Banco Central inicia reunião para definir taxa básica

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Luiz Inácio Lula da Silva
Lula durante a apuração da eleição presidencial · Foto: Marcelo Brandão e Pedro Peduzzi - repórteres da Agência Brasil (CC BY 3.0 BR)

Analistas do mercado financeiro revisaram suas projeções nesta segunda-feira (2) e passaram a prever uma pausa no ciclo de afrouxamento monetário, projetando a manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A perspectiva de juros elevados encarece empréstimos pessoais e financiamentos habitacionais para as famílias, além de frear os investimentos produtivos de empresas, servindo como mecanismo técnico para conter a aceleração dos preços diante da desconfiança sobre o equilíbrio das contas públicas.

Antes do resultado do segundo turno das eleições, as estimativas compiladas no Boletim Focus indicavam dois cortes adicionais de 0,25 ponto percentual até o fim de 2026. Economistas de instituições como a MAG Investimentos e a Genial Investimentos apontam agora que o descompasso entre a política fiscal e as metas de inflação impedirá novas reduções até pelo menos o primeiro trimestre de 2027.

Os diretores do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central abrem sua reunião nesta terça-feira para definir o patamar dos juros e divulgarão seu comunicado oficial na quarta-feira (4), sinalizando as condições exigidas para eventuais novos cortes na taxa básica.

Com informações de UOL e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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