Terça-feira, 27 de outubro de 2026
Política

TSE nega retirada de fiscais do PL da sala-cofre durante apuração

Órgão eleitoral esclarece que área técnica é restrita e comprova presença de representantes partidários em espaço destinado à auditoria dos votos

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Urna eletrônica
Urna eletrônica do TSE · Foto: Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil (CC BY 3.0 BR)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou nesta segunda-feira (26) a afirmação do senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), de que fiscais da legenda teriam sido expulsos da chamada sala-cofre do órgão durante a apuração do segundo turno. A corte eleitoral divulgou nota oficial e registros em vídeo para demonstrar que delegados do partido acompanharam os trabalhos na Sala de Totalização e na Sala dos Partidos Políticos.

A declaração refuta acusações feitas pelo parlamentar após o anúncio da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista coletiva, Flávio afirmou que não reconheceria o resultado do pleito e que pretendia pedir a anulação da eleição, alegando cerceamento de fiscalização. O tribunal esclareceu que a sala-cofre abriga os servidores físicos de processamento de dados e nunca foi aberta a visitação pública ou partidária, justamente por protocolos rígidos de segurança cibernética.

De acordo com o tribunal, dois representantes credenciados pelo PL estiveram na sede da Justiça Eleitoral durante todo o domingo (25). Os fiscais participaram do Teste de Integridade das Urnas e acompanharam o envio e a soma dos boletins em áreas preparadas para observadores nacionais e internacionais. O TSE informou que as atas e gravações estão preservadas e à disposição das autoridades competentes. Diante da circulação de desinformação nas redes, a Corregedoria do tribunal também determinou a exclusão imediata de áudios contendo acusações inverídicas contra mesários em canais de aplicativos de mensagens.

Com informações de UOL, Terra, G1 e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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