Segunda-feira, 02 de novembro de 2026
Mundo

Unesco registra assassinato de 189 jornalistas no mundo entre 2024 e 2025

Dois terços das mortes de profissionais de imprensa ocorreram em zonas de guerra, aponta relatório

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Equipamentos de imprensa em zona de conflito
Cobertura jornalística em região de guerra · Foto: Agência Brasil (CC BY)

Ao menos 189 jornalistas foram assassinados no mundo durante o biênio de 2024 e 2025, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (2) pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Os dados representam o maior patamar de homicídios contra a categoria desde 2015 e evidenciam a fragilidade da proteção a profissionais que cobrem crises humanitárias e violações aos direitos humanos em escala global.

O levantamento aponta que 127 das mortes, correspondentes a 67% do total, ocorreram em áreas de guerra, um avanço de 24% em relação ao biênio anterior. Armas operadas remotamente por drones provocaram 50 mortes, enquanto bombardeios contra instalações de imprensa tiraram a vida de ao menos 36 repórteres. Em 15 episódios documentados, profissionais foram alvejados mesmo portando coletes ou conduzindo veículos expressamente identificados com a palavra imprensa.

Em regiões sem conflito armado formal, foram registradas 62 vítimas, o menor índice fora de guerras em 18 anos. As ocorrências incluíram 33 emboscadas em automóveis, 20 homicídios no ambiente doméstico e 17 mortes em escritórios. A Unesco reiterou o apelo internacional para que governos investiguem os ataques e punam os mandantes dos crimes.

Com informações de Agência Brasil e A Tarde (BA).

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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