Domingo, 08 de novembro de 2026
Mundo

Vitória democrata no Congresso dos EUA não deve aliviar tarifas de Trump sobre Brasil

Maioria opositora na Câmara e no Senado tem alcance limitado para barrar medidas comerciais e sanções externas

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Donald Trump
Portrait of 45th and 47th POTUS, Donald Trump taken by Daniel Torok This portrait is displayed at the Smithsonian National Portrait Gallery and was approved for use on a commemorative Semiquincentenni · Foto: Daniel Torok / Wikimedia Commons (Public domain)

O Partido Democrata assegurou o controle da Câmara dos Representantes e do Senado dos Estados Unidos nas eleições legislativas de meio de mandato, mas analistas apontam que a nova maioria não reduzirá a pressão comercial e diplomática do presidente Donald Trump contra o Brasil.

A mudança de comando no Congresso americano amplia o bloqueio parlamentar à pauta interna da Casa Branca, porém os legisladores não contam com mecanismos institucionais rápidos para derrubar tarifas alfandegárias unilaterais impostas a exportações brasileiras ou reverter sanções geopolíticas definidas pelo Executivo.

Segundo o economista Otaviano Canuto, ex-vice-presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a composição do Legislativo pode abrir novas pontes de diálogo com o Ministério das Relações Exteriores brasileiro, mas o poder direto sobre acordos comerciais e tarifas segue sob a alçada presidencial. A pressão da gestão republicana inclui exigências de distanciamento comercial entre Brasília e a China, principal compradora de produtos brasileiros desde 2009, além da classificação de facções criminosas nacionais como organizações terroristas estrangeiras.

Com a apuração quase concluída, as projeções apontam ao menos 237 deputados democratas contra 139 republicanos na Câmara, enquanto no Senado a oposição soma 54 cadeiras contra 44 do partido governista. A confirmação das últimas vagas em disputa no Alasca e no Mississippi determinará a margem exata de vantagem democrata para o início dos trabalhos legislativos em Washington em janeiro de 2027.

Com informações de G1 e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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