Domingo, 08 de novembro de 2026
Mundo

EUA ampliam bloqueio ao Irã, atacam navio cargueiro e miram rotas de energia

Ação militar atinge embarcação no golfo de Omã enquanto imprensa iraniana relata explosões em cidades e ilhas estratégicas

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Forças Militares dos Estados Unidos ampliaram as operações contra rotas de abastecimento e comércio do Irã neste sábado (7), desativando um navio de carga comercial no golfo de Omã e mirando canais terrestres de transporte de armamentos e energia.

A escalada militar eleva a instabilidade no Oriente Médio e afeta a navegação em corredores petrolíferos vitais para o comércio global. Segundo o Comando Central das Forças Armadas dos EUA (Centcom), uma aeronave militar disparou contra a embarcação comercial Huda, que navegava com bandeira de São Cristóvão e Névis, depois de orientar os tripulantes a deixarem as áreas designadas como alvo. Conforme o órgão americano, desde o mês de julho forças navais do país desviaram 147 navios mercantes que aceitaram as ordens internacionais, desativaram outros cinco que se recusaram a cumprir as determinações e destruíram dez petroleiros vinculados à Guarda Revolucionária iraniana.

Em terra, explosões foram ouvidas na ilha iraniana de Qeshm e nos municípios costeiros de Jask, Sirik e Bandar Abbas, segundo reportou a Agência de Notícias da República Islâmica (IRNA), órgão estatal iraniano. O presidente americano Donald Trump havia confirmado ataques recentes contra alvos na ilha de Qeshm, classificando as ações militares como intervenções de escala reduzida. Especialistas como o ex-funcionário do Departamento de Defesa americano Michael Mulroy avaliaram que a força-tarefa terrestre visa identificar rotas de energia e suprimentos que podem se tornar alvos econômicos em caso de escalada nas ordens da Casa Branca, formato diferente da anterior operação militar Fúria Épica, centrada primordialmente em posições bélicas.

O governo de Teerã não detalhou a extensão dos danos materiais provocados pelos ataques em seu litoral, enquanto forças ocidentais mantêm o patrulhamento ostensivo no estreito e nas fronteiras terrestres vizinhas.

Com informações de UOL e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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