Segunda-feira, 19 de outubro de 2026
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Economia

Volkswagen estuda congelar salários de 660 mil funcionários no mundo até 2030

Proposta da montadora alemã visa conter despesas e gera forte reação de sindicatos

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O Conselho Global de Trabalhadores da Volkswagen revelou nesta segunda-feira (19) que a diretoria da montadora planeja congelar os salários de seus cerca de 660 mil funcionários em todo o mundo até 2030. A informação confirma apuração inicial divulgada pelo jornal alemão Sueddeutsche Zeitung.

A proposta pretende reduzir despesas operacionais além dos planos de reestruturação já em andamento, mas pode causar uma perda de cerca de 10% no poder de compra dos trabalhadores diante da inflação acumulada no período. O plano da fabricante também inclui a revisão de bônus, benefícios e eventuais cortes de postos de trabalho em marcas como Audi, Porsche, Seat, Cupra, Skoda e na própria VW.

As relações trabalhistas no grupo têm se desgastado nos últimos meses devido ao plano de reestruturação conduzido pelo presidente-executivo da companhia, Oliver Blume. O conselho de trabalhadores classificou a ideia como absurda e irrealista, afirmando que haverá forte oposição dos empregados. Representantes do sindicato alemão IG Metall declararam que a remuneração é definida em acordos coletivos, e não por imposição unilateral da diretoria.

A montadora evitou comentar o caso e classificou as informações como especulações. A empresa indicou que discussões formais sobre os custos com mão de obra devem ocorrer em uma nova rodada de negociações sindicais marcada para os próximos dias.

Com informações de G1, Google Notícias, Terra, Observador (Portugal) e InfoMoney.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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