Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Economia

Vorcaro contesta investigação da PF, rebate fraude ao BRB e afirma que prisão é injusta

Banqueiro afirma em depoimento que transferiu ativos pessoais para cobrir operações do Banco Master e nega prejuízos à instituição estatal

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O banqueiro investigado Daniel Vorcaro negou a ocorrência de fraudes em depoimento prestado à Polícia Federal (PF), sustentando que as transações de venda de carteiras de crédito consignado entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB) não causaram danos patrimoniais e afirmando estar detido de forma injusta.

O caso movimenta os bastidores do sistema financeiro nacional por envolver apurações de supostas irregularidades estimadas em R$ 12 bilhões, impactando normas de governança e de transparência em repasses de créditos entre bancos privados e públicos.

Durante o interrogatório conduzido pela delegada Janaína Palazzo, Vorcaro confrontou os investigadores e argumentou que disponibilizou ativos de seu patrimônio pessoal a preços vantajosos para substituir os papéis contestados, alegando que o BRB não teve perdas financeiras. A PF e o Banco Central do Brasil, por sua vez, apontam que as garantias de substituição apresentadas também continham vícios contábeis. Há divergência nas publicações sobre o mês do depoimento, citado ora como setembro, ora como outubro.

O relatório policial com o indiciamento de Vorcaro e de ex-gestores do BRB foi encaminhado para análise do Supremo Tribunal Federal (STF), que avaliará os pedidos de revogação de prisão formulados pela defesa do investigado.

Com informações de Estadão, O Antagonista e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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