Sexta-feira, 02 de outubro de 2026
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Política

Zema condena intervenções e cita 'insegurança jurídica' no cancelamento de debate

Ex-governador mineiro acusa o Judiciário de realizar manobras políticas para interferir no cenário das vésperas em prol do candidato petista.

Romeu Zema
Foto: Andressa Anholete/Agência Senado / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

A sequência das liminares controversas que embasaram o cancelamento inesperado do debate da TV Globo gerou insatisfação e um alerta do candidato ao Planalto Romeu Zema (Novo). Na visão política do ex-governador mineiro, que estaria no palco às 21h20 de quinta-feira (1º), a crise indica que a "insegurança jurídica chegou a um novo nível" em território nacional.

Conversando com repórteres logo que a emissora emitiu um duro comunicado sobre os desencontros vindos do Judiciário, Zema explicou que repudia resoluções tomadas nos tribunais que alterem as balizas negociadas. "Uma decisão oficial, no meu entender, sem pé e sem cabeça, muda tudo", declarou. Ele ponderou, no entanto, não rechaçar as pessoas, mas sim a flexibilização repentina de acordos de formato.

Para o presidenciável, as brechas reveladas escancaram como o braço judiciário, segundo ele, "está fazendo política" às margens da lei. A conclusão pública de Zema atribuiu ainda as reviravoltas caóticas de última hora como favoráveis em específico para a manutenção da liderança das urnas assumida por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Com informações de UOL, Poder360 e InfoMoney.

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