Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Saúde

Anvisa rebate críticas de pesquisadora após impor novas restrições ao uso da polilaminina

Agência reguladora afirma que limitação para lesões torácicas recentes visa proteger pacientes diante de notificações de óbitos

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Tatiana Coelho de Sampaio
A pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio durante homenagem em 2026 · Foto: Assembleia Legislativa do Espírito Santo from Vitória-ES, Br / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rebateu nesta quinta-feira (22) as declarações da pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio contra as novas regras para o fornecimento compassivo da polilaminina. A agência sustentou que o endurecimento dos critérios técnicos é indispensável para resguardar a vida de pacientes após o registro de nove óbitos entre pessoas que fizeram uso do composto experimental.

A manifestação do órgão regulador ocorreu após a cientista, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e responsável pelo desenvolvimento da substância, publicar um vídeo de 20 minutos nas redes sociais ao lado do influenciador Tiba Camargos. Na gravação divulgada na quarta-feira (21), Sampaio classificou a decisão da Anvisa como ilegal e cruel, além de direcionar acusações à diretora da instituição, Daniela Marreco Cerqueira.

Pela nova diretriz, o acesso compassivo fica limitado exclusivamente a quem sofreu lesão na medula espinhal há no máximo 72 horas e na região torácica, entre as vértebras T2 e T10, alinhando-se aos protocolos do ensaio clínico de fase 1. Anteriormente, pacientes com lesões completas em qualquer altura da coluna tinham até três meses após o trauma para solicitar a aplicação. A Anvisa registrou até o momento 119 tratamentos autorizados e ressalta que a eficácia e a segurança da polilaminina ainda carecem de comprovação científica antes de eventuais novas liberações.

Com informações de UOL, Folha e O Antagonista.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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