Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
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Saúde

BPC evitou 571 mil mortes e 13 milhões de internações em quase 30 anos, aponta estudo

Análise nacional comprova retorno social de R$ 3,81 para cada R$ 1 gasto no programa

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Cartão de benefício previdenciário
Beneficiário atendido em agência da Previdência Social · Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil (CC BY)

O Benefício de Prestação Continuada (BPC) evitou 571 mil mortes e impediu mais de 13 milhões de internações no Sistema Único de Saúde (SUS) ao longo de quase três décadas no Brasil, segundo estudo divulgado por pesquisadores nesta semana.

Os dados reforçam o impacto direto das políticas públicas de transferência de renda na saúde da população, evidenciando que a garantia de recursos para necessidades básicas previne agravamentos médicos e reduz as despesas do sistema público hospitalar.

Elaborado pelo consórcio científico IMPACThealth sob liderança da Universidade Federal da Bahia (UFBA), com participação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal), o trabalho compilou registros de todos os 5.570 municípios entre 1996 e 2023. Os autores calcularam que cada ponto percentual de elevação na cobertura do BPC reduziu internações em 2,9% e a mortalidade geral em 0,6%, com um retorno socioeconômico de R$ 3,81 para cada R$ 1 pago pelo governo federal.

Atualmente com 6,5 milhões de beneficiários entre idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência de baixa renda, o programa teve seus dados disponibilizados em formato de pré-print e passará pelo processo de revisão por especialistas independentes.

Com informações de Folha e Agência Brasil.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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