Sexta-feira, 30 de outubro de 2026
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Saúde

Desigualdade racial reduz acesso de mulheres negras e indígenas à mamografia no Brasil

Estudo aponta que 71,9% das pacientes pretas e indígenas fizeram o exame preventivo, frente a 82,2% entre brancas e amarelas

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Um estudo científico publicado na revista Ciência e Saúde Coletiva apontou que mulheres pretas, pardas e indígenas enfrentam barreiras mais intensas para ter acesso à mamografia no Brasil em comparação com mulheres brancas e de ascendência asiática.

O exame preventivo de imagem é considerado essencial para identificar nódulos em estágio inicial e elevar as chances de cura do câncer de mama, fazendo com que a disparidade no atendimento amplie a vulnerabilidade de pacientes dependentes exclusivamente da rede pública de assistência.

Os dados do Estudo Longitudinal de Saúde do Idoso Brasileiro (ELSI-Brasil) analisados pelos pesquisadores mostram que 82,2% das mulheres brancas e amarelas com 50 anos ou mais haviam feito o exame ao menos uma vez, contra 71,9% das mulheres negras e indígenas na mesma faixa de idade, uma diferença superior a dez pontos percentuais.

A economista Alana Ramos da Silva, professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie que liderou a pesquisa, destacou que a posse de convênio médico particular se revelou o elemento decisivo para garantir a realização do procedimento, exigindo que gestores do Sistema Único de Saúde direcionem políticas públicas específicas para as populações periféricas.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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