Sábado, 31 de outubro de 2026
Brasil

Disputa de Richarlison por mansão em Angra envolveu R$ 10 milhões e revés judicial

Empresa do atacante comprou propriedade em 2020, mas perdeu posse para firma ligada a aliado de Flávio Bolsonaro

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A disputa judicial pela posse de uma mansão na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro, teve origem em uma transação de R$ 10 milhões realizada em 2020 pela empresa do jogador Richarlison e culminou na perda da posse do imóvel na Justiça.

O caso ganhou repercussão nacional após declarações do atleta contra o senador Flávio Bolsonaro. Richarlison adquiriu a propriedade por meio da empresa Sport 70 Intermediação de Negócios Limitada, mas a Justiça negou o direito possessório após a empresa WT Administração de Imóveis e Bens, ligada ao advogado Willer Tomaz, amigo do senador, fechar contrato de compra com a M Locadora em abril de 2022.

A defesa de Tomaz sustentou que a empresa do atleta negociou com pessoas que não detinham a titularidade legítima do imóvel. O processo foi encerrado de forma desfavorável ao jogador após a desistência da ação pela defesa da empresa, manobra que Richarlison afirmou publicamente desconhecer na época.

Com a titularidade consolidada em favor da compradora e sem novos recursos protocolados, o imóvel permanece sob a gestão da empresa administradora de bens.

Com informações de Veja, Google Notícias e Reddit.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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