Sábado, 03 de outubro de 2026
Política

Eleitor sem biometria cadastrada poderá votar nas eleições; veja como funciona

Ausência da impressão digital não impede a participação, desde que a situação com a Justiça Eleitoral esteja regular.

Tribunal Superior Eleitoral
Tribunal Superior Eleitoral em Brasília · Foto: O Tribunal da Democracia / Wikimedia Commons (Public domain)

A falta de cadastramento biométrico não impedirá que o eleitor vote nas eleições de 2026, marcadas para este domingo (4). De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a única exigência para participar do pleito é estar com a situação eleitoral regular, o que vale inclusive para os cerca de 11% de brasileiros que ainda não registraram as impressões digitais.

A regra garante que nenhum cidadão apto seja impedido de exercer seu direito de voto. Para aqueles que não têm a biometria, a identificação na seção eleitoral será feita por meio de um procedimento alternativo: o mesário solicitará o ano de nascimento do eleitor para poder liberar a urna eletrônica.

Já os eleitores que possuem a biometria cadastrada passarão pela identificação padrão com a impressão digital. Caso o sistema da urna não reconheça a digital de imediato, são permitidas até quatro tentativas. Se nenhuma delas funcionar, a identificação também será feita pela confirmação do ano de nascimento.

As normas definidas pela Justiça Eleitoral valem tanto para o primeiro turno quanto para um eventual segundo turno, agendado para o dia 25 de outubro. É recomendável que os eleitores levem um documento oficial com foto e o título de eleitor, físico ou na versão digital pelo aplicativo e-Título.

Com informações de A Tarde (BA), G1 e UOL.

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